Migre Comunicação - Conteúdo & Design
Agência Rio de Notícias
PRIMEIRA PÁGINA  |  FALE CONOSCO   
Notícias Resgate de Notícias Manchetes dos Jornais do Rio Anuncie na Agência Rio de Notícias
Brasil
Geral
Cultura
Economia
Educação
Esporte
Estado do Rio
Meio Ambiente
Mundo
Segurança
Política
Saúde
Transporte
Turismo
Opinião
Filipe Ret
Gisela Gold
Hildeberto Aleluia
Mário Moura
Ricardo Irigoyen
Quem Somos
Expediente
Fale Conosco
03/09/2010 19:04:07
Assédio eleitoral
19/08/2010 14:58:27
DE OLHO NO LEGISLATIVO
02/08/2010 16:52:54
O VALOR DO VOTO
21/07/2010 16:05:26
O PESO DO PROFESSOR
14/07/2010 14:51:53
A vitória do futebol
17/06/2010 11:42:58
O Brasil entrou em campo
09/06/2010 15:51:09
Agora é Brasil na Copa
01/06/2010 17:02:31
Vice-versa
20/05/2010 16:09:51
IPTU E EDUCAÇÃO
13/05/2010 13:29:19
O VALOR DA ÁGUA
03/05/2010 11:09:52
Desilusão política
13/04/2010 16:42:28
Cidade sem Norte
05/04/2010 10:08:51
A DEGRADAÇÃO DE UMA CIDADE
26/03/2010 13:45:25
DAS LÁGRIMAS AO BOM SENSO
11/03/2010 16:14:30
JUVENTUDE AMEAÇADA
A FERIDA POLÍTICA
02/12/2009

“De Cuba com carinho”. Este é o título do livro da blogueira cubana, Yoani Sánchez, que relata, com muita coragem, amargor, mas com boa dose de humor, o cotidiano da ilha de Fidel, onde sobrevive uma ditadura que não difere das outras, mas que perdeu o charme, e já não encanta nem mesmo os mais radicais de esquerda. Yaoni abriu para o mundo a sua Caixa de Pandora repleta de males da vida cubana. Vale a pena conhecê-los, para evitá-los. Uma boa leitura.
No Brasil, a mais recente e bem-sucedida operação da Polícia Federal recebeu o nome de Caixa de Pandora, que escondia o que já não é mais segredo para a população brasileira: a corrupção da classe política, uma praga presente em todos os cantos do país. Longe de ser uma exclusividade da Capital Federal.
O mensalão de Brasília, na prática, repete o modelo adotado pelo PSDB mineiro, modernizado e ampliado no governo federal pelo PT, com a participação profissional do PMDB e outros partidos da base aliada. A prática se espalhou pelo país. E, hoje, é difícil apontar um único município da Federação em que o esquema de distribuição de propinas para integrantes do Executivo e do Legislativo não seja o sustentáculo da relação entre esses Poderes. Em nome da chamada governança, esta ferida política parece não ter cura.
A caixa mitológica, abarrotada dos negócios fraudulentos de Brasília, supostamente comandos pelo governador José Arruda (DEM), foi aberta pela Polícia Federal em rede Nacional de TV e despejou sobre a nação brasileira mais um festival de falsidades e desonestidades, desvios éticos que caracterizam a classe política brasileira, mas já não mais estarrecem a população.
A classe política, contumaz na produção de aberrações, está perdendo uma forte aliada, que tem livrado muitos dos seus integrantes do sepultamento político: a falta de memória do povo brasileiro. Não dá para esquecer que há quatro anos o esquema do mensalão que atingiu a administração federal em 2005, que como o de Brasília, também foi denunciado por um dos seus beneficiários, o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB, chocou o país. Nem do assalto aos Fundos de Pensão, para bancar campanha de candidatos da base aliada do governo. Muito menos dos sanguessugas, que desviaram recursos da compra das ambulâncias, com o mesmo propósito. E o que dizer da crise do Senado Federal, que expôs o escândalo na utilização irregular de verbas públicas. O político, sempre de olho na reeleição, é o ator principal desse drama Nacional. Dessa ferida política que é a corrupção. Portanto, não dá para esquecer!
Enquanto assistimos o dinheiro sujo se espalhar pelas vestimentas dos políticos de Brasília, que ainda oram em agradecimento, faltam recursos para melhorar a posição do Brasil no ranking do Desenvolvimento Humano, que segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), continuamos com índice menor do que a miserável Cuba, de Yonai Sánchez, e na América do Sul, do Chile, Argentina, do Uruguai e da Venezuela.
Este episódio flagrado em Brasília, mas que ocorre longe das lentes com frequência em outros Estados e Municípios, serve de alerta ao eleitor que deve fiscalizar a atuação do Executivo e do Legislativo da sua Cidade. Ficar atento a um fato que prejudica as administrações públicas no Brasil, as tornando ineficientes e sensíveis à corrupção: o clima permanente de campanha eleitoral. Os palanques nunca se desarmam. Em vez de governar, administrar bem, legislar bem e fiscalizar, os representantes do Executivo e o Legislativo vão com muita sede ao pote atrás de recursos para a reeleição. Venham de onde vierem.
É evidente que o senhor Arruda e sua quadrilha – a PF define assim o grupo que se organizou em Brasília para desviar recursos públicos – têm o direito constitucional de se defender e explicar, se possível, esta farta distribuição de dinheiro vivo. Aliás, eles têm o dever de justificar suas condutas aos eleitores que os elegeram.

FAÇAM SUAS APOSTAS

Acaba em pizza ou panetone o novo escândalo de corrupção na política brasileira, tendo mais uma vez como palco a capital federal?

VIOLÊNCIA

O Rio de Janeiro continua lindo, mas inseguro. Está mais do que demonstrado que a intervenção do poder público sobre áreas que combinam graves carências com altas taxas de violência deve ser feita através de programas integrados que visem à promoção da cultura da paz, e não o confronto, a pura repressão que caracterizam e reforçam a cultura de guerra. Exemplos como as cidades de Medellín e Bogotá, na Colômbia, Boston e Nova Iorque, nos Estados Unidos, e Diadema, em São Paulo, figuram como o caminho correto, enquanto os recorrentes fracassos no Rio de Janeiro têm mostrado, pelo contrário, tudo o que não deve ser feito – ou ainda, o estágio de descontrole a que se pode chegar se nada for feito a tempo.

APAGÃO

O blecaute que atingiu 18 Estados e afetou a vida de cerca de 50 milhões de brasileiros, pode ter sido uma consequência prematura da herança que a gestão Lula vai nos deixar: o aparelhamento da máquina pública, entendido como o preenchimento ou a criação de cargos sob critérios não técnicos, ou seja, que não levam em conta nem a carreira do funcionário público, nem o conhecimento adquirido para o desempenho da função.

“JOÃO BURACÃO”

Uma iniciativa simples e bem-humorada rendeu ao borracheiro Irandi da Rocha, criador do boneco "João Buracão", a Medalha Tiradentes, principal comenda concedida pela Assembleia Legislativa do Rio. A justificativa a homenagem ao criador do boneco que passou a simbolizar o descaso com a manutenção de vias e estradas do estado, apontando os buracos existentes no asfalto, comparou "João Buracão" a um parlamentar que cumpre o seu dever de fiscalizar. O que na realidade não acontece. Por problemas de má conservação das ruas e avenidas, a viatura que conduz João Buracão não esteve em alguns municípios da Região Sul Fluminense. Itatiaia e Resende se salvaram.

DE OLHO EM RESENDE

• O presidente da Agência de Meio Ambiente de Resende (AMAR), o biólogo Paulo José Fontanezzi, recebeu uma justa homenagem da Câmara Municipal de Resende, pelo trabalho que vem realizando pelo meio ambiente do município. Mas este trabalho não é novidade na vida do ambientalista Fontanezzi. Como responsável pela área ambiental da INB (Indústrias Nucleares do Brasil) durante muitos anos, Fontanezzi realizou um trabalho fantástico de recuperação da fauna e flora da área de influência da empresa. Fora dela, como militante do Partido Verde, Fontanezzi se destacou como um fiscal atento do meio ambiente, vencendo duras batalhas.
• Está uma loucura o trânsito de Resende. As pessoas ainda não se acostumaram às drásticas mudanças introduzidas pela Prefeitura. Só o tempo dirá se a Prefeitura escolheu o caminho certo para livrar a Cidade dos constantes engarrafamentos. Por enquanto, andar a pé tem sido a melhor opção.

DE OLHO EM ITATIAIA

• A BOCA MALDITA do Jardim Itatiaia tomou uma decisão: vai manter o nome, com o aposto “A VERDADEIRA”. Os militantes da BOCA entenderam que não se justifica mudar o nome em função da existência de outra Boca Maldita, uma que circula na Internet, cujo conteúdo não tem absolutamente nada a ver com a verdadeira BOCA MALDITA. A BOCA do Jardim Itatiaia continua na sua linha de apontar falhas, de criticar a omissão do Poder Público e de defender o direito da população, que paga seus impostos, de viver em uma Cidade limpa, que dê dignidade a população.
• E por falar em Cidade limpa, vale registrar os números de uma pesquisa realizada com turistas em Penedo, por um grupo de estudantes de Publicidade e Propaganda de uma faculdade da região. 70% dos entrevistados apontaram como o maior problema de Penedo a falta de higiene. Os turistas temem que no Verão, este problema acarrete outra, muito pior: a proliferação do mosquito da dengue. Sugeri aos estudantes que fizessem uma pesquisa com os moradores, não só os de Penedo, sobre o mesmo tema. Do jeito que a Cidade está, é aconselhável até mandar uma carta para o Papai Noel pedindo para ele não correr o risco de visitar as crianças da Cidade. O bom velhinho não tem saúde para suportar uma picada do mosquito transmissor da dengue. O que não falta em Itatiaia são abrigos para o “aedes”. O mato na entrada da Cidade que dá acesso ao Parque Nacional, seu principal ponto turístico, está tão alto que já esconde a fachada da Cidade. Uma vergonha!!!

 
Assine grátis o boletim de notícias da Agência Rio de Notícias
Video Clipping Produções - Monitoramento de informação
Completo noticiário no segmento de energia - Assine grátis!
Atividades Nucleares - Notícias do setor nuclear
Agência Rio de Notícias © 2010