Platão, Nostradamus, Leonardo da Vinci, Mandela, Gandhi, Martin Luther King e tantos outros escritores, filósofos, adeptos da ciência ficção, cientistas e/ou pseudocientistas parece que tiveram uma janela aberta ao futuro. Sempre falo aos meus alunos que somente podemos chegar onde somos capazes de imaginar ir. Estes seres humanos tiveram uma imaginação superior à normal, conseguiram imaginar aonde a humanidade pode chegar, não somente até onde eles podiam ir. Independente de livros como “E a bíblia estava certa”, ou “Eram os deuses astronautas?”, há muitas coisas na história da humanidade que foram previstas muito antes que passaram. Ou teriam sido vistas? Na minha juventude li muitos livros de Julio Verne. Entre eles, “Viagem à lua” e “20.000 léguas de viagem submarina”. Fui marcado por estas leituras, pois anos depois vi com meus próprios olhos submarinos dando a volta ao mundo por baixo d’água sem voltar à superfície e o homem chegando à lua. Este escritor morreu em 1905, mas o livro referente à aventura do homem no espaço foi escrito: Em 1865! E, por incrível que pareça há, ainda, muitas pessoas que acham que a viagem à lua foi uma invenção produzida por Hollywood. Tem passado quase 150 anos! Por que toda esta introdução? Porque realmente acredito que existem janelas abertas no mundo em que vivemos, e nós, seres humanos, em lugar de olhar através delas, as ignoramos e muitas vezes as fechamos não permitindo que outros olhem e vejam o que há do outro lado. Agradeço todos os dias os pais que tive e os professores que me ensinaram que há janelas abertas em todos os cantos do mundo, e o que é melhor, que no caso de estarem fechadas elas podem ser abertas. Devemos abrir as janelas que nos mostram o futuro, do mesmo modo que abrimos as janelas que nos permitem ver o passado. O método que os poderosos usam para dominar, aos humildes da terra é negando que existam janelas. E quando as descobrimos nos dizem que o que podemos enxergar é tão ruim que não devemos fazê-lo para nosso bem. Deixando as janelas fechadas ou negar sua existência matamos nosso futuro porque nos transformamos em seres que não sabem para onde vão. Somente chegaremos aos lugares que podemos imaginar se pensamos que os podemos construir. Vejo pais e professores, políticos e dirigentes, mulheres e homens preocupados em fechar janelas Poucos, demasiados poucos lutando para abri-las e mostrar-nos que é possível ver o que há do outro lado. Graças a Deus, houve, há e haverá uns poucos que sempre conseguem abrir uma ou outra janela e dar à humanidade o que mais necessita: esperança. Este é um exercício individual que devemos fazê-lo em nossas próprias vidas. E, você prezado leitor é um abridor ou um fechador de janelas? Boa semana. |